
A consciência morfológica é a habilidade de refletir sobre os morfemas das palavras. Os morfemas das palavras são as menores unidades de significado das palavras e, em geral, possuem estabilidade ortográfica e de significado, dessa forma a consciência morfológica facilita a leitura e a escrita não só de quem está aprendendo a ler e a escrever, mas de quem já é proficiente na língua escrita. A professora Márcia Mota coordena um convênio internacional com a Universidade de Dalhousie, Halifax, Canadá, onde realizou pós-doutoramento. Atua na área de psicologia, com ênfase em processos perceptuais e cognitivos; e desenvolvimento humano.

Pesquisa sobre a consciência morfológica, a habilidade metalinguística responsável por identificar e manipular intencionalmente as unidades morfêmicas das palavras (Carlisle, 1995). O objetivo dos meus estudos é examinar a direção de causalidade das relações entre consciência morfológica e fluência de leitura de palavras, ortografia e compreensão de leitura em ortografias alfabéticas como o português.

Estuda as habilidades linguístico-cognitivas necessárias para o aprendizado da leitura e da escrita. Mais precisamente, a pesquisa do mestrado versa sobre as habilidades que alicerçam a compreensão leitora de crianças no primeiro segmento do Ensino Fundamental.

Estuda a influência da consciência morfológica (habilidade de refletir sobre os morfemas) na produção de texto de crianças do Ensino Fundamental I. A hipótese levantada é a de que há uma relação entre a capacidade de refletir sobre a morfologia e a produção de texto.

Estuda a contribuição concorrente de habilidades metalinguísticas para a compreensão leitora no português do Brasil no 2ºe 3º anos do Ensino Fundamental.

Pesquisa sobre a compreensão de textos em estudantes universitários e a relação entre com o histórico de leitura. Examina os impactos do histórico de dificuldades de de leitura na vida adulta, especialmente na trajetória acadêmica de estudantes universitários.

No meu estudo, verificamos os tipos de interações que os pais e/ou cuidadores têm com as crianças na educação infantil e como essas interações podem afetar o desenvolvimento da habilidades importantes para a alfabetização das crianças.

Pesquisa sobre a aprendizagem de escolares do ensino fundamental 1, mais especificamente a contribuição da consciência morfológica, que trata da habilidade de refletir sobre as menores unidades linguísticas com significado, nos processos de leitura e escrita. Na pesquisa atual, busca estabelecer relações entre os construtos investigados e suas repercussões pedagógicas em estudantes do 4º e 5º ano.

Investiga as contribuições de um programa de estimulação em habilidades de Consciência Fonológica no processo de aprendizagem da leitura e da escrita em crianças pré-escolares.

Estuda a validade de construto de três instrumentos de avaliação da Consciência Fonológica (habilidade de refletir sobre os sons da fala) usados para situações de avaliações psicoeducacionais, quais sejam: o Roteiro de Avaliação da Consciência Fonológica (RACF), a Prova de Consciência Fonológica por Produção Oral (PCFO) e o Consciência Fonológica: Instrumento de Avaliação Sequencial (CONFIAS), por meio de Análises Fatoriais e da Teoria de Resposta ao Item (TRI). A hipótese levantada é a de que há itens específicos em cada instrumento que não discriminam adequadamente o desempenho de diferentes alunos do Ensino Fundamental I.

Eu estudo como os professores utilizam a leitura compartilhada na escola e como essas práticas podem ajudar a desenvolver processos inferenciais que são fundamentais para o processo de leitura.
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